DIGA NÃO ÀS ARMAS, DIGA NÃO À CULTURA DA MORTE

DIGA NÃO ÀS ARMAS E SIM À VIDA, DIGA NÃO À CULTURA DA MORTE

Atualmente, a manifestação da chamada “Cultura da Morte” pode ser vista na alta incidência de depressão, angústia, vício de drogas, aborto, comportamento autodestrutivo, suicídio, crimes com armas de fogo e chacinas. Examinemos alguns exemplos de como esse fenômeno, chamado de cultura da morte, se manifesta hoje.

VENDA DE ARMAS

A “cultura da morte” manifesta-se na venda de armas. Os armamentos são usados para matar soldados, mas matam principalmente civis, entre eles mulheres e crianças inocentes. Nas guerras, civis ou de qualquer outro tipo, a vida sempre vale bem pouco. Quanto custa a bala de um assassino ou de um franco-atirador? Em alguns países, o fácil acesso do público às armas provoca um aterrador e constante aumento na morte de pessoas e de grupos de pessoas.

O MUNDO DA DIVERSÃO

Muitos filmes exploram o tema da morte. Por exemplo, o enredo de um filme talvez cubra de glamour a imoralidade, a violência, o tráfico de drogas, ou o crime organizado, minimizando assim o valor da vida e dos princípios morais. É assim também com certos programas de TV e músicas.

A MORTE NOS VIDEOGAMES E NA INTERNET

O efeito desses jogos realmente não é educar, mas sim ensinar a matar. “Jogar com um oponente vivo de qualquer parte do mundo, e tentar a auto-afirmação, é uma experiência forte. Adolescentes são atraídos pela força dos cenários tridimensionais projetados como panos de fundo para as lutas sangrentas.

Não tendo acesso via Internet, alguns compram jogos para usar na TV em casa. Outros vão regularmente a locais públicos onde alugam máquinas de videogames e realizam ‘virtuais’ combates mortais.

Embora os “jogos da morte” sejam classificados segundo a idade do jogador, o controle na verdade é muito fraco. Atualmente, as TVs participam mais na educação dos filhos do que os pais, e a televisão apela para as fantasias violentas das crianças.

ESTILOS DE VIDA QUE LEVAM À MORTE

Que dizer do comportamento fora do mundo dos “jogos da morte” e dos filmes violentos? Embora na vida real não precisemos encarar uma luta mortal com criaturas bizarras, o estilo de vida de muitos inclui um comportamento autodestrutivo.

Por exemplo, apesar da influência familiar, de órgãos de saúde e de outras autoridades que alertam sobre os perigos de fumar e do abuso de drogas, essas práticas continuam a aumentar. Muitas vezes causam morte prematura. Para aumentar seus lucros ilícitos, grandes empresas e traficantes de drogas continuam a explorar a ansiedade, a desesperança e a pobreza espiritual das pessoas.

E QUAL SERIA O POSICIONAMENTO DO PC SOBRE O PORTE DE ARMAS?

As armas estão se tornando cada vez mais disponíveis aos civis. Em algumas regiões do mundo é relativamente fácil a aquisição de tais armas. Elas aparecem não apenas nas ruas, mas também nas mãos de jovens nas escolas.

Muitos crimes são cometidos por meio do uso dessas armas. São feitas para matar e não têm nenhuma utilidade recreativa legítima. Os ensinos e o exemplo de Cristo constituem a norma e o guia para o cristão de hoje. Cristo veio ao mundo para salvar vidas, não para destruí-las (Lucas 9:56).

Quando Pedro sacou de sua arma, o Senhor Jesus lhe disse: “Embainha a tua espada; pois todos os que lançam mão da espada, à espada perecerão” (Mateus 26:52). O Senhor Jesus não se envolvia em violência.

Nós do Partido Cristão, defendemos o princípio de valorização da vida, nós somos a favor de que as polícias sejam melhor aparelhadas com armamentos modernos, porque para enfrentar bandidos com armas de guerra não é possível com armamentos sucateados. Há uma diferença entre a Polícia estar bem armada e armar o cidadão.

Alguns argumentam que a interdição das armas de fogo limita os direitos das pessoas e que as armas não cometem crimes, mas sim as pessoas. Embora seja verdade que a violência e as inclinações criminosas conduzem às armas, também é verdade que a disponibilidade das armas leva à violência.

A oportunidade de civis comprarem ou adquirirem de outro modo as armas automáticas ou semi-automáticas apenas aumenta o número de mortes resultantes dos crimes humanos. Na maior parte do mundo, as armas não podem ser adquiridas por nenhum meio legal.

A igreja vê com alarme a relativa facilidade com que elas podem ser adquiridas em algumas regiões. Sua acessibilidade só pode abrir a possibilidade de mais tragédias. A busca da paz e a preservação da vida devem ser os objetivos do cristão. O mal não pode ser combatido eficazmente com o mal, mas deve ser vencido com o bem.

Os cristãos desejam cooperar na utilização de todos os meios legítimos para reduzir e eliminar, onde possível, as causas fundamentais do crime. Além disso, tendo-se em mente a segurança pública e o valor da vida humana, a venda de armas de fogo deveria ser exclusivamente restrita as forças de segurança pública. Isso reduziria o uso de armas por pessoas mentalmente perturbadas e por criminosos, principalmente aqueles envolvidos com drogas e atividades de quadrilhas. Para acesso ao conteúdo completo, CLIQUE AQUI.